18 de julho de 2011

Volta... se isso te fizer bem!

"De alguma forma já estava à espera disto. Eu sabia que o que não aconteceu nunca durantes estes anos, quando acontecesse, iria ser com maior intensidade. As palavras menos doces não me preocupam, nem a demasia em falta de notícias. O que realmente me tem deixado inquieta é saber que nos podemos habituar a esta ausência porque já não me imagino sem muita coisa que me proporcionaste. No entanto, sei que é possivel viver sem tudo isso, só não garanto que me faça bem.
Se todas as palavras que proferimos até agora tiveram a sua força, então havemos de olhar para trás novamente. Por enquanto e até sempre: obrigada!"

2 de julho de 2011

be strong every day!



Como é que conseguimos ser tão pouco genuínos?! Somos todos assim, de uma maneira ou de outra.
Hoje deparei-me com uma notícia arrebatadora, daquelas notícias pelas quais não estavamos mesmo nada à espera. O que é certo é que me deixou com o coração nas mãos e pouco posso fazer para melhorar as coisas.
À bocado diziam-me "faz-me pensar se nós estamos a viver da maneira certa. Ficamos tão chateados com certas coisas que não têm jeito nenhum". E isto a propósito de quê?! A propósito de que, quando nos vemos (a nós ou alguém próximo) em situações de tamanha gravidade, daquelas que nos exigem sempre imensa força, ficamos a pensar (e voltamos a pensar... e a pensar, vezes sem conta) se, aqueles pequenos problemas que teimamos em criar na nossa cabeça no dia-a-dia, serão realmente necessários ser lamentados, quando comparados com este género de situações. A verdade é que, por muito que pensemos desta maneira cada vez que nos é posto um problema de maior prioridade à frente, iremos sempre voltar a cometer as mesmas idiotices insignificantes.
Se calhar faz tudo parte. Talvez tenhamos de aprender com as coisas mínimas também, para depois termos noção das coisas bem maiores.
Quanto mais crescemos, mais nos damos conta do quão ilimitada é a força.